Acessoem: julho de 2010. [27]. Vide o resumo das sete principais classificações para a literatura de cordel brasileira propostas entre 1955 e 1976, realizado por Idelette Muzart-Fonseca dos Santos, La littérature de cordel au Brésil, op. cit., pp. 132-133.
cedo as obras para crianças, porquanto já nos Dialogos de preceitos moráes cõ prática delles, em módo de iogo de João de Barros (1540) se ensinavam as virtudes às crianças através de ilustrações. Também a literatura popular, vulgo folhetos de cordel, recorreu à utilização de gra -
Aliteratura de cordel chegou na Península Ibérica ainda no século XVI. Entretanto, sabe-se que sua origem remonta a povos mais antigos, como os fenícios, cartaginenses e saxões. Em Portugal, o gênero recebeu o nome de “folhas soltas” ou “volantes,” enquanto que, na Espanha esse tipo de escrita foi chamado de “Pliegos sueltos.”.
Dovasto panorama que a literatura de cordel em prosa do século XVIII oferece, surpreendem os textos ligados a temáticas com pretensões de factualidade, como é o caso das “relações de sucessos” e dos “relatos”, a que se juntam, com muito frequência, as “notícias” e os “casos”.
Aorigem da literatura de cordel. A literatura de cordel é uma das heranças lusitanas que herdamos. Ela surgiu em Portugal por volta do século XII, com o trovadorismo medieval. Nessa época haviam artistas que declamavam histórias cantadas para o público, visto que o analfabetismo era praticamente generalizado e uma das formas de
Intéo sabor das coisas a gente pode escolher! Mas a coisa mais joiada, mais preciosa, mais arretada da vida da gente, Simplesmente não se escolhe
Aestrutura da literatura de cordel é marcada pela composição de um poema em versos rimados, sem número fixo e com temas diversos. Sendo uma forma oral, o poema pode ser recitado ou acompanhado por música. As formas impressas em folhetos ainda permanecem na literatura de cordel brasileira atual, as quais fazem uso da xilogravura para
Tratase de uma coleção denominada Reinos do Cordel para a qual o Armazém da Cultura chamou quatro cordelistas para adaptar, segundo as regras populares do cordel, cinco contos maravilhosos da cultura árabe e ocidental. No primeiro livro citado, O Conde Mendigo e a Princesa Orgulhosa, adaptado por Evaristo Geraldo da Silva, natural de
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literatura de cordel para o dia das mães